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PRODUÇÃO TEXTUAL

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Ilha das flores - Curta metragem

CARTA ARGUMENTATIVA

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS UNIDADE I: CARTA ARGUMENTATIVA ESTUDANDO O GÊNERO   Brasília, 30 de julho de 2009.             Excelentíssimo Senhor Presidente José Sarney,            Com as minhas considerações, venho tratar de um assunto bastante recorrente na mídia nos últimos meses, o qual envolve diretamente V. Exª, como Presidente do Senado Federal, Casa pela qual tenho o maior respeito. Trata-se de denúncias de favorecimento a vários senadores, por via de Atos Secretos, inclusive o Senhor, fato que envergonha a todos nós, brasileiros.            A minha visão é de que o Senhor Presidente deveria pedir afastamento do cargo. Sem querer fazer um julgamento precipitado, mesmo porque todos são inocentes até que se prove o contrário, o fato é que as denúncias existem e não são simples. São muitos os indícios de beneficiamento ilícito, como casos de nepotis...

Crônica - Tecendo Comentários

Geralmente, chama-se CRÔNICA o texto curto de pertença ao gênero narrativo que parte da observação de uma realidade. Rubem Braga quando escreveu a sua última crônica, ressalta a dimensão constitutiva da mesma quando menciona "... assim eu quereria a minha última crônica que fosse pura como aquele sorriso" . Podemos perceber essa concepção cotidiana das histórias que vão surgindo do acaso, da involuntariedade dos fatos. Diferente do ponto de vista proposital, a crônica varia quanto à intenção do autor, podendo classificá-la de acordo com sua forma e conteúdo. As primeiras crônicas surgiram no contexto jornalístico onde propunham concisamente uma perspectiva  entre o jogo verbal e, como já foi falado, a ideia cotidiana. A crônica pode ser: jornalística, literária, irônica, humorística.

CRÔNICA - ESTUDANDO O GÊNERO

 Futebol, teoria e prática Mário Prata Sempre que eu escrevo aqui sobre futebol, tem umas senhoras que reclamam. Acontece que, em primeiro lugar, eu adoro futebol. Em segundo, minha cara, se o Roberto DaMatta escreveu, se o Verissimo escreveu, se o Ubaldo escreveu e o pau não comeu, por que não eu? Viram?, estou até rimando. É que eu tenho uma teoria sobre o nosso futebol paraguaio. Não sou homem de muitas teorias, sempre fui um prático. Mas há 30 anos, exatamente desde a Copa de 70, venho acompanhando a queda do nosso futebol. De lá para cá - exceção da seleção de 82 -, é sempre um sufoco assistir aos jogos da nossa seleção. Até contra o Panamá, país onde passa um canal no meio do campo, a gente ficou na agonia durante exatamente 61 minutos. A minha teoria é a seguinte. Até 70, não havia substituições no jogo. Machucou, saía e continuava com dez. Ali começou o imbróglio. Com as três substituições, veio o banco de reservas. E com o banco, ele, o técnico. Deus. E...

Biografia de Herbert Vianna

Herbert Lemos de Sousa Vianna nasceu em João Pessoa, capital da Paraíba em 04 de maio de 1961, mas passou grande parte da infância em Brasília. No início dos anos 80, mudou-se para o Rio de Janeiro. Seus pais são Hermano Paes Vianna e Maria Teresa Lemos de Souza Vianna. O vocalista dos Paralamas do Sucesso teve três filhos: Luca Benedict Needham Vianna, Hope Izabel Vianna e Phoebe Rita Vianna. Vianna gravou três discos solo. O primeiro, chamado “Ê Batumaré” foi um trabalho simples e caseiro, gravado em 1992. O segundo, “Santorini Blues”, foi gravado em 1996 nos estúdios O'Henry, em Los Angeles. O terceiro, lançado recentemente, é o “Som do Sim”. Além disso, já produziu dois discos do grupo candango Plebe Rude: “O concreto já Rachou” (1986) e “Nunca Fomos tão Brasileiros” (1987). Entre os hobbies do cantor, viagens exóticas e pilotagem de avião e helicóptero. Ele também coleciona vinhos e gosta de voar de asa delta. Herbert é espírita. Seu ídolo: Jimmy Page, do Led Zeppelin....
ALAGADOS Composição: Herbert Vianna e Bi Ribeiro Todo dia o sol da manhã Vem e lhes desafia Traz do sonho pro mundo Quem já não o queria Palafitas, trapiches, farrapos Filhos da mesma agonia. E a cidade que tem braços abertos Num cartão postal Com os punhos fechados na vida real Lhe nega oportunidades Mostra a face dura do mal. Alagados, Trenchtown, Favela da Maré A esperança não vem do mar Nem das antenas de TV A arte de viver da fé Só não se sabe fé em quê A arte de viver da fé Só não se sabe fé em quê. Depois de assistir ao vídeo promovido pelo Professor, responda as questões abaixo sobre a música trabalhada. 1) O que você entende pela palavra “alagados”? 2) O autor da música expressa uma figura de linguagem chamada “metáfora” que é uma espécie de comparação quando diz: “E a cidade que tem braços abertos num cartão postal”. Que cartão postal é esse e onde ele se localiza? 3) A linguagem predominante da música é a linguagem coloquial ou popu...

Novo Acordo Ortográfico

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor em 2009, alterou a acentuação de algumas palavras, extinguiu o uso do trema e sistematizou a utilização do hífen, entre outras mudanças significativas. No Brasil, palavras como "heróico", "idéia" e "feiúra", por exemplo, deixaram de ser acentuadas. O livro "Escrevendo Pela Nova Ortografia" , feito pelo Instituto Houaiss em parceria com a Publifolha, apresenta o acordo na íntegra, com observações e explicações sobre o que mudou. Veja abaixo as novas regras de acentuação para oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, retiradas do livro. Da acentuação gráfica das palavras oxítonas 1º-) Acentuam-se com acento agudo: As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, olá; até, olé, pontapé(s), avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s). Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, ge...